Cotidiano
Compreender atividades, rotinas e papéis que são relevantes para cada pessoa.
Autonomia e participação
Avaliação e acompanhamento de Terapia Ocupacional com olhar para as atividades que dão forma ao cotidiano, a autonomia, a participação e o desempenho ocupacional.
Atendimento presencial em Botucatu — SP

A Terapia Ocupacional considera o que a pessoa precisa, deseja ou espera realizar, analisando atividades, ambientes, recursos e possibilidades de participação.
Compreender atividades, rotinas e papéis que são relevantes para cada pessoa.
Explorar estratégias, adaptações e recursos compatíveis com objetivos individualizados.
Trabalhar possibilidades de envolvimento em ocupações significativas e contextos reais.
A Terapia Ocupacional avalia o desempenho em atividades e ocupações do cotidiano. Isso envolve compreender a interação entre capacidades da pessoa, características da atividade, ambiente, rotina e recursos disponíveis.
O objetivo do acompanhamento é definido individualmente. A intervenção pode utilizar atividades terapêuticas, treino de tarefas, adaptações, organização de rotina e orientações, conforme a avaliação profissional.
Cuidar de si, estudar, brincar, trabalhar, conviver e organizar a rotina são exemplos de ocupações que podem ter significado diferente para cada pessoa. A Terapia Ocupacional não trabalha apenas a atividade em si, mas as condições necessárias para participar dela.
O diálogo com outras áreas pode enriquecer a compreensão do cotidiano e dos objetivos funcionais. Na MOV, essa articulação é utilizada quando faz sentido para o acompanhamento, mantendo a responsabilidade técnica própria de cada profissional.
Nenhuma estratégia é indicada de forma automática. O primeiro passo é compreender a demanda e realizar a avaliação adequada.
Referências institucionais
Dúvidas frequentes
Respostas gerais para ajudar você a compreender o serviço. Situações individuais são avaliadas pela profissional responsável.
A terapeuta ocupacional avalia a relação entre capacidades da pessoa, atividades, ambiente e rotina. A partir disso, organiza estratégias voltadas à autonomia, ao desempenho ocupacional e à participação.
A avaliação busca compreender quais atividades são importantes, como são realizadas e quais fatores podem facilitar ou limitar a participação. Os procedimentos dependem da demanda e da condução profissional.
Na infância, a Terapia Ocupacional observa atividades como brincar, estudar, cuidar de si e participar das rotinas. A pertinência e os objetivos do acompanhamento são definidos individualmente após avaliação.
São atividades que compõem e dão sentido ao cotidiano, como autocuidado, estudo, trabalho, lazer, brincadeira, convivência e participação social.
Quando a avaliação identifica essa necessidade, a profissional pode analisar tarefas, ambiente e recursos, incluindo adaptações e tecnologia assistiva compatíveis com o objetivo definido.